quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Joga pedra na Geni...

Nessa campanha política (e em muitos que já houve) agente vê tanta coisa, tanto uso indiscriminado do dinheiro público, tantas mentiras, tantos absurdos e entre estas artimanhas política tem uma que é de se admirar. Alguns candidatos estão visitando os eleitores de helicóptero. Pense aí! Imagine o gasto para se retirar uma aeronave deste tipo do chão. Alguns blogs estão fazendo estimativas entre, mais ou menos, 2,5 mil a 3 mil reais por hora. (vou repetir: R$ 2.500,00 a 3.000,00 por hora). E olha que tem candidato que chega a visitar mais de 20 municípios por dia.

Agora, imagine os eleitores (aqueles que não têm a mínima consciência do que é a política), percebendo aquela máquina vinda do ar, com  barulho ensurdecedor, descendo dos céus, a bordo, como se fossem deuses, o candidato. Após aquela cena de ficção cientifica, sai da aeronave um cidadão (como qualquer outro ser humano)... Com olhar de “peixe morto”, como se pedisse um trocado, fala para o povão com cara de inocente, com jargão que tantos já se ouviu: “ Irei lutar pela saúde, educação e segurança”.

Ah... se alguns deles (o povão) tivessem escutado a música de Chico Buarque (Geni e o Zepelim), e a aeronave tivesse o nome de Geni (adesivado). E nesse momento, antes que a aeronave chegasse ao chão, o povo gritasse:

Joga pedra na Geni
Joga pedra na Geni
Ela é feita pra apanhar
Ela é boa de cuspir
Ela dá pra qualquer um
Maldita Geni

Claro, com algumas excessões, temos muitos políticos bons que merecem nosso respeito e admiração. A esses: felicidades em suas campanhas, sabedoria para ajudar aos mais necessitados.

Já que citei um grande cantor do nosso país, apresento agora a música de Chico Buarque: “ Geni e o Zepelim”.


domingo, 26 de setembro de 2010

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Aprenda, brincando através do jogo, a nova norma ortográfica.

Em dezembro de 1990 foi aprovada a reforma ortográfica. Esta entrou em vigor em janeiro de 2009. Contudo, até que se façam as adaptações das normas, como por exemplo, reformulações em livros, entre outros, a utilização ainda das normas antigas  serão permitidas até dezembro de 2012.

Com o propósito de ensinar a usar as normas de uma maneira mais divertida, a FMU (Complexo Educacional) em parceria com a Retoque Comunicação e o LivroClip lançaram um sítio onde ensinam, através de jogo, as regras da nova ortografia.

Confira no sítio:  http://fmu.br/game/home.asp

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Alunos e professores irão receber computadores.

Parceria entre governo federal e governo estadual irá propiciar inclusão digital nas escolas públicas. A informação é repassada através do sítio do governo do estado, veja abaixo:

“A Secretaria de Estado da Educação e da Cultura, em parceria com o Ministério da Educação e Cultura (MEC), está lançando o Projeto um Computador por Aluno (UCA). O projeto visa criar e socializar novas formas de utilização das tecnologias digitais nas escolas públicas para ampliar o processo de inclusão digital e promover o uso pedagógico das tecnologias de informação e comunicação por meio do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) e do Programa Nacional de Tecnologia da Educação (Proinfo)”.

Maiores informações visite o sítio:

sábado, 11 de setembro de 2010

Os mitos como amarras de nossa vida, até quando?

Até quando agente irá ser refém dos nossos mitos? Entendo que os mitos são bons para que possamos percorrer caminhos sem tanta agonia. Porém quando fazemos desses mitos nossa bengala, de modo a servir pra tudo, como apoio até onde eles não são necessários, contribuímos para uma dolorosa caminhada. Ainda que ilusoriamente, achamos que eles estão nos ajudando. Mas, tudo o que está em excesso é prejudicial. E, nem tudo o que nos agrada é bom para nós. Assim como, nem tudo que desagrada é ruim.

Sentimos acovardados diante das grandes dificuldades da vida. Esse medo nos faz buscar algo para consolar (procuramos o conforto). O medo é generalizado, nos faz saber que não somos “o rei da cocada preta”. Temos um começo e também um fim (melhor dizendo, passaremos por uma transformação que não podemos controlar – é fato – sem direito a opinar). A não aceitação dessa realidade é a principal fonte do medo. É por saber da existência de nossa finitude que procuramos algo para evitá-la, ou melhor, escondê-la (ou ainda, sonhamos com algo além da vida para nos satisfazer). Buscamos uma forma de aliviar a certeza de um fim, como seres humanos. Mas não se pode burlar a natureza (apenas podemos nos enganar). É uma questão de tempo. Aceitar o fato não é fácil, mas é possível. Digo aceitar, e não seria entregar-se aos mitos. Mas entender (o quanto possível) a necessidade e a importância desse “fim”.

É a razão que nos faz sofrer, ou que nos traz alegria. O pensar coloca em nós (ou tira de nós) as amarras dos mitos. Os animais não os têm. Você já viu, ou já notou, um animal orando quando vai ser morto? Você já viu quantas igrejas existem para que os animais se organizem em função de outro de sua espécie justificando ser este outro animal (de sua linhagem) algo supremo, ou abençoado por um ente santificado? Você já viu algum animal pedir ajuda a seres santos para ser ajudado na caminhada pelas angústias da vida (muitos deles provocadas pelo próprio homem)? Claro que não!

Pois bem, eles não estão presos pelos mitos. Não necessitam dessas amarras. Eles têm sim medo de morrer. Mas não usam supostos salvadores para tentar escapar de algo naturalmente verdadeiro, a própria morte. Como já disse, é fato. Fato que não aceitamos, fatos que fazemos de tudo para escondê-la, prometemos de tudo, até a própria vida social a fim de rendermos a crenças escrita e formulada pelo próprio homem. Doamos tudo em busca de proteção. Contudo, perdemos tudo, porque não há proteção. Há somente a essência das coisas que irá ser retransformada e que estão além de nossos conhecimentos terrenos.

Inventamos algo mágico (dádiva de um tal Ser) para coisas que fogem a nossa compreensão. Nos mitos religiosos muitos já foram enganados (e ainda são) com promessas. Na idade antiga e/ou média, existiam as indulgências (para que os pecados da pessoa fossem retirados por completo esta pessoa teria que pagar); perseguiram e mataram alguns filósofos e cientistas só porque não seguiam os ditames da igreja. Perseguiram Copérnico e prenderam Galileu Galilei porque afirmavam que a terra não era o centro do universo. Em fim, perseguição e assassinatos em massa em nome de um suposto Deus (criado e usado para dominar as massas não pensantes).

Curta os mitos, mas não deixem que eles dominem sua vida. Quando usado com sabedoria, passam a ser ilusões prazerosas (ainda que inúteis a realidade dos eventos naturais). Quando usados como “o senhor de sua vida” deixam marcar dolorosas no percurso da vida (ou que você passará por esta vida sem sentir a essência da existência humana).

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Plebiscito popular

Conclamo a todos a participarem de mais um plebiscito, desta feita pela Campanha Nacional pelo Limite de Propriedade da Terra. O Brasil se destaca (em vergonhosa posição) como o segundo país no mundo que mais concentra terras, perde apenas para o Paraguai. A campanha irá lutar pela democratização das terras.



Participe!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Pense nisso.

"Fiz um acordo de coexistência pacífica com o tempo: nem ele me persegue, nem eu fujo dele. Um dia a gente se encontra".

Mário Lago