sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

O Novo e o Velho.

Ano novo, vida nova. Até parece, não é mesmo? Todos os dias o novo e o velho se manifestam. Só os mais cegos de consciência não percebem. As coisas se renovam e, ao mesmo tempo, envelhecem a cada instante. É neste instante que convido você a tentar percebe-lo. Descobrir esse instante é entrar na mágica da vida. Saborear o novo, sabendo que se torna velho é sentir os prazeres da vida. É perceber que para um chegar, o outro terá que sair. Contudo, vale a pena lembrar: a natureza segue se caminho, no qual não há retorno. Há somente transformação evolutiva.


Para o ano que se inicia, venho firmar o desejo de nossa aproximação aqui neste blog. Agradeço aquelas pessoas que aqui acessaram, anonimamente ou não. Sua presença neste espaço, ainda de diminuta, é fornalha para minha vontade de escrever. Este blog, para que possamos utilizar esta ferramenta nos próximos dias de 2011 como um ponto de conversa, terá como meta o respeito à democracia. Todos terão vez, dentro do respeito a moral e a ética.

A todos que leem este blog, e a todos que não leem,


FELIZ ANO NOVO.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

As várias facetas do 25 de dezembro.

Bom... Mais uma vez aproxima-se o Natal. Nesta data, registrada no calendário romano, como o nascimento de Cristo, no qual nos traz renovação, novo nascimento. Será que é verdade? Será que o significado real seja este? Será que esta história é única? Cristo Nasceu mesmo nesta data?

Na etimologia da palavra (a origem da palavra), em latim, o nome Natal é representado assim: "natalis" que significa nascimento ou dia de aniversário, do nascimento. Porém, nas verdades dos fatos, o significado da data não é unicamente cristã. Segundo alguns estudiosos da Bíblia Sagrada, não há nenhuma referência do nascimento de Cristo em 25 de dezembro.


Esta época coincide com o solstício de inverno que é um fenômeno astronômico usado para marcar o inicio do inverno. Culturas antigas, Roma, por exemplo, consideravam de grande importância esta data pois, simbolicamente, acreditavam que estas mudanças no tempo traziam resnascimento, haja vista a grande quantidade de alimentos em época das colheitas.

É salutar aqui destacar que muitas culturas religiosas (cada uma com seu calendário) têm como esta época, 25 de dezembro, que coincide com o calendário gregoriano, (calendário gregoriano - é o calendário utilizado pelos ocidentais), vários eventos que dizem respeitos a fatos mitológicos ligados aos nascimentos (ocorridos muito antes do nascimento do Cristo) de seres considerados divinos, por exemplo, Horus (Egito, 3000 AC) nasceu da virgem Isis em 25 de dezembro; Attis (Grécia, 1200 AC), nasceu da virgem Nana em 25 de dezembro;  Krishna (Índia, 900 AC), nasceu de uma virgem Devaki; Dionísio (Grécia, 500 AC) que também nasceu de uma virgem, nesta mesma época e outros que não foram relatados aqui.
 
Como podemos perceber, há indícios de várias crenças, copiadas, em que as mudanças acontecem somente no personagem (Horus, Attis, Krishna, Dionísio, Jesus etc). Assim, considerando os fatos históricos, percebe-se aí a existências de vários enredos mitológicos se propagando até os dias de hoje.


Em nossos dias, o Natal se tornou domínio da mídia. Passou a estar carregado com simbologia, além do antigo, a simbologia do moderno, o mito do consumo. É comun agente ser inquirido, na véspera do Natal, assim: “já comprou o presente pra fulano?”. A mídia, a cultura como um todo, reforça a ideia de que a felicidade esta liga a algo, e este algo é um objeto (ou uns objetos), ou um padrão de beleza. Somos direcionados pela necessidade de comprar, do ter. Nossa vontade mais íntima, nossa essência, é  suplantada pelos desejos incontrolados de consumir. As estratégias usadas, pelo capitalismo, para nos manter preso a essa ideia do ter é reforçada pela simbologia do Papai Noel, representante supremo da cultura capitalista. A história do Papai Noel é um outro ponto, que não vou relatar aqui.


O Natal, como instante, longe de uma visão consumista, faz renascer a boa índole do indivíduo, bons augúrios são desejados; é vítrice em tornar mais próxima os seres humanos. É período de aproximação, reforço da amizade, fornalha da paixão. A bondade rola solta, muito embora não precisamos somente desse perído para sermos bons.


Contudo, o Natal como mito, cheio de simbologias direcionadas a um fim específico, seja ele de dominação ou apenas conto popular, ficção que utiliza o enredo para enfrentar as verdades nua e crua da vida, devem ser seguidas com bastante caltela, haja vista a manipulação, por parte de uns, visando o lucro ou mesmo a massa ignorante (o povo), dominada pelo medo e pela adoração a algo qualificado de supremo.

Para sermos bons não é necessário uma data, mas é necessário a boa vontade. Não necessitamos de espaços onerosos e “encantados” para fazer valer o amor, nem talpouco necessitamos de gastos para comprovar amizade. O amor tem que ser altruísta, sem o qual não é amor. É troca.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Pense nisso.

"A leitura é uma fonte inesgotável de prazer mas por incrível que pareça, a quase totalidade, não sente esta sede."

Carlos Drummond de Andrade

sábado, 18 de dezembro de 2010

O segredo é saber cuidar do seu jardim.

Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra é bobagem. Você não só não esquece a outra pessoa como pensa muito mais nela…

Um dia nós percebemos que as mulheres têm instinto “caçador” e fazem qualquer homem sofrer…

Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável…

Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples…

Um dia percebemos que o comum não nos atrai…

Um dia saberemos que ser classificado como o “bonzinho” não é bom…

Um dia perceberemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em você…

Um dia saberemos a importância da frase: “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas…”

Um dia percebemos que somos muito importantes para alguém, mas não damos valor a isso…

Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas aí¬ já é tarde demais…

Enfim… um dia descobrimos que apesar de viver quase um século esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, para beijarmos todas as bocas que nos atraem, para dizer tudo o que tem que ser dito naquele momento.

Não existe hora certa para dizer o que sentimos se quem estiver te ouvindo não te compreender, não te merecer…

O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutamos para realizar todas as nossas loucuras…

Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação.

“Cada um que passa em nossa vida passa só, pois cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra. Cada um que passa em nossa vida passa sozinho, mas não vai só. Leva um pouco de nós, deixa um pouco de si. Há os que levaram muito, mas não há os que não deixaram nada. Esta é a maior responsabilidade de nossa vida e a prova de que duas almas não se encontram por acaso…”

Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.

Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher da sua vida.

Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.

O segredo é não correr atrás das borboletas… É cuidar do jardim para que elas venham até você.


Mário Quintana - (1906-1994)

"Mario de Miranda Quintana nasceu na cidade de Alegrete (RS), no dia 30 de julho de 1906, quarto filho de Celso de Oliveira Quintana, farmacêutico, e de D. Virgínia de Miranda Quintana. Com 7 anos, auxiliado pelos pais, aprende a ler tendo como cartilha o jornal Correio do Povo. Seus pais ensinam-lhe, também, rudimentos de francês".
 
Para saber mais:  http://www.releituras.com/mquintana_bio.asp

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

A maioria dos brasileiros acreditam no mito de Adão e Eva.

 Uma pesquisa realizada pelo Datafolha, sobre as convicções populares, aponta que entre quatro brasileiros, um acredita no mito de Adão e Eva. A pesquisa enfoca também que as crenças firmam-se na existência de um Deus e nas idéias estabelecida por Darwin.


A pesquisa relata ainda que:

“A maioria das pessoas crê em Deus e Darwin. Para 59%, o ser humano é o resultado de milhões de anos de evolução, mas em processo guiado por um ente supremo. Apenas 8% consideram que a evolução ocorre sem interferência divina. A crença no mito de Adão e Eva despenca à medida que aumentam renda e escolaridade.

Quando se acrescentam dinheiro e instrução, a proporção dos darwinistas puros mais do que dobra do menor para o maior estrato. Entre os que acatam a evolução sob gerência divina, o aumento é mais modesto: fica entre 15% (renda) e 20% (escolaridade).


Nota do blog:  O acesso a matéria, na íntegra, é só para assinantes Uol ou da Folha de São Paulo.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Pense nisso.

"Nunca perca a fé na humanidade, pois ela é como um oceano. Só porque existem algumas gotas de água suja nele, não quer dizer que ele esta sujo por completo".

Mahatma Gandhi

domingo, 5 de dezembro de 2010

Quem é mais perigoso?

O jornalista e blogueiro (sítio abaixo), Carlos Santos, pergunta em seu blog:

"Quem é mais perigoso: o narcotraficante do Rio ou os bandidos que roubam dinheiro da Saúde, Segurança e Educação no Rio Grande do Norte?"

"Responda aí, vai!"



Fonte: http://www.blogdocarlossantos.com.br/

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010