sábado, 28 de maio de 2011

Atenção ALUNOS DO CEIPEV e demais alunos da rede estadual de ensino.

Alunos em protesto, em Natal 
EXTRA! EXTRA!  O SINTE CONVOCA ALUNOS PARA ASSEMBLÉIA.  PARTICIPEM!
Dia: 02/06 às 15h.
Local: Sede do Sinte.
A sede do Sinte fica na Avenida Abel Coelho – Abolição; Mossoró - RN, 59611-300 (0xx)84 3318-2662

SINTE/RN (Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do RN) prepara uma assembléia somente para os alunos. A ideia é repassar todas as informações dos últimos encontros com o governo, mostrar e reafirmar quais as pautas de reivindicações, buscar apoio em prol de melhorias na educação pública, mostrar a importância de uma manifestação como essa,  entre outras.

Pede-se, encarecidamente, a participação de todos os alunos das escolas públicas. A luta em busca de melhorias na educação é uma luta justa e de grande importância para a cidade, o estado e o país. A participação do aluno tem um peso considerável na manifestação e poderá acelerar o processo de  negociação com o governo.

Em Natal, no dia 26 deste mês, os alunos foram às ruas em protesto (foto acima). Com gritos de guerra “Fora, Micarla” os alunos cruzavam as avenidas Bernardo Vieira e Salgado Filho. O ato teve início com contatos entre eles pela internet em redes sociais como o Twitter e o Facebook. Veja mais aqui: http://www.sintern.org.br/noticias/visualizar/983

Vamos lá pessoal, vamos à luta pela melhoria na educação. Esperamos vocês lá.

“Vem, vamos embora que esperar não é saber. Quem sabe faz a hora não espera acontecer”. (Geraldo Vandré – na música: Pra não dizer que não falei das flores).
Escute a música aqui: http://letras.terra.com.br/geraldo-vandre/46168/

Ponto referencial do Sinte:
O Sinte/RN fica na avenida principal do Abolição II (Avenida Abel Coelho, veja no mapa).  Quem estiver defronte ao Supermercado Cidade,  é só seguir em frente em direção a BR 304 (linha em amarela).Antes de cruzar a rodovia (a avenida destacada em amarela), e à sua direita, está o Sinte. Na imagem abaixo temos: do lado de baixo (a esquerda da foto observa-se a avenida Abel Coelho) fica o Abolição II e na parte de cima, depois de cruzar a BR304 (linha em amarela) você estará chegando ao Abolição III. O Sinte fica próximo ao semáforo que dá acesso ao Abolição III.



Exibir mapa ampliado


quarta-feira, 25 de maio de 2011

Atenção alunos do CEIPEV - Inscrição para o ENEM: código aqui.

Peguem o nome e código da escola para inscrição no ENEM aqui:

Nome:  C. E. INT. PROF. ELISEU VIANA
Código:  24001155

Observação:  o nome da escola tem que estar assim escrito no local de inscrição:
  C. E. INT. PROF. ELISEU VIANA

Maiores informações acessem aqui:  http://ceipev.blogspot.com/
Ou ligue para: 33253805

Link para o ENEM aqui:  http://enem.inep.gov.br/

sábado, 21 de maio de 2011

JN no ar (ou fora do ar?)

No telejornalismo da TV Globo, no Jornal Nacional, é exibido algumas reportagens sobre a educação brasileira.  A série de matéria, “blitz educação”, do JN no ar, é apresentada em cidades diferentes, escolhidas através de sorteios. O reporte da emissora visita as escolas acompanhado, segundo a Rede Globo, de um especialista na área da educação.  As visitas são realizadas em escolas que tiveram o índice do IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica)  baixo ou alto.

O que ocorre, segundo o blog “Mulher  Alternativa. net” , cuja a postagem esta intitulada  A Globo é mesmo inimiga da escola, é que a emissora (a TV Globo) não está agindo conforme fala em reportagem.

Veja algumas passagens da postagem  aqui:

A tal da "blitz educação" do tal "JN no Ar" (é curioso quando ficamos muito tempo sem ver TV, haha, parece tudo muito bizarro no começo). Logo que vi a vinheta abrindo a edição de segunda-feira confesso que me empolguei. "Parece uma boa idéia", pensei. Ledo engano. Bastou o programa começar de verdade e apresentar "um especialista" (aaah, jornais e seus especialistas...) em educação pra eu me decepcionar.
(...)
Primeira reação foi jogar o nome do tal especialista no Lattes. Afinal, se o cara é mesmo estudioso de educação, no mínimo um Lattes a criatura vai ter. Não, nada. O tal do Gustavo Ioschpe não tem Lattes!
(...)
Fui achando um a um, vários textos criticando esse tal "especialista" e sua formação (parece que o cara é da área de economia!), etc. Mas ainda quis dar uma chance e resolvi assistir a mais de um dia. Assisti na segunda, na terça e na quarta mas o programa só fez piorar ao longo dos dias...
(...)
... Pra começo de conversa as "cidades sorteadas" não são tão aleatórias assim, já que a Globo pré-seleciona cidades onde há escolas parceiras de seu programa de mutreta-social-irresponsável, "Amigos da Escola". Segundo que, mesmo entre estas, estão lá só as cidades onde estas "escolas-parceiras" tiveram notas altas no IDEB, claro.
(...)
Aí o roteirinho básicos dos programas é assim: mostram na mesma cidade uma escola parceira da Globo com nota alta no Ideb e mostram uma escola miserável que depende só da grana da prefeitura pra fazer tudo, que atende grupos sociais marginalizados, etc. E embora não mencionem diretamente na comparação que a tal escola melhor é da Globo, os cartazes em volta das paredes deixam isso bem claro.
(...)
 O discurso do "especialista" é o mais jabazinho-coxinha-senso-comum-tosco possível. Segundo ele, o problema das escolas com problema é que os professores não usam material didático, que as salas não são bem aproveitadas ou não há recursos materiais suficientes, que os alunos têm que trabalhar, que a escola é longe, que as famílias não participam, etc. A questão, caro Gustavo Ioschpe, é que estas já são consequências dos problemas reais da educação brasileira, não são o problema em si, queridão. O problema é o descaso do Estado, a intervenção e dependência de programas privados como o Amigos da Escola da rede Globo ou os programas apostilados do Instituto Ayrton Senna, as fronteiras sociais entre professores e os grupos sociais que atendem na sala de aula e nas famílias, a própria organização do sistema educacional...

Leia na íntegra aqui: 

Observação:  O “Lattes” (ou Currículo Lattes) que a autora fala é um  instrumento  que  registra  informações  profissionais  de  cientistas,  professores, pesquisadores,  estudantes  de  pós-graduação  e  graduação,  profissionais  autônomos,  funcionários  de empresas, governos etc.


quinta-feira, 19 de maio de 2011

Tenebrosi temporis

O governo de Rosalba Ciarlini (DEM) está indo de mal a pior. São tempos sombrios que se expandem no mais profundo caos.

Vamos contar pra ver:

Greves - 
  • Já em greve:  Professores e policiais civis.
  • Previsto para o futuro próximo: Detran (dia 23) e médicos (inicio do próximo mês)
  • Possível parada: Universidade (ainda em mesa de negociação). 


Possíveis saídas de secretários:
  • Titular da pasta da educação, professora Betânia Ramalho;
  • O secretário de Segurança Pública, Aldair Rocha;
  • O secretário do IPERN;
  • O secretário de Administração do Estado.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Desabafo.

A professora Amanda Gurgel faz um depoimento mais que verdadeiro e desafiador para as classes dos deputados e secretariado do estado. A professora discorre sobre os problemas na educação e enfatiza seu baixo salário para assumir uma profissão que a cada ano é desafiadora.

Veja o depoimento da professoras no sítio abaixo:

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Pense nisso.

Fim da competição; a palavra-chave é cooperação. A verdadeira e saudável forma de competir é consigo mesmo, buscando a cada momento o prazer de vencer os limites em direção à evolução. 


(Anna Sharp)

terça-feira, 10 de maio de 2011

Sobre a greve dos professores.

Apesar de quatro encontros entre o Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte-RN) e o Executivo, não foi possível, pela parte do governo,  o cumprimento das reivindicações dos professores. Neste caso, a greve irá continuar com mobilizações em ruas e visitas as escolas realizada pelo comando de greve.

Para saber mais acesse:

Sinte-RN
http://www.sintern.org.br/

O Mossoroense
http://www.omossoroense.com.br/cotidiano/467-mais-de-90-dos-professores-das-escolas-estaduais-aderem-ao-movimento-grevista

Gazeta
http://www.gazetadooeste.com.br/index.php?area=exibir_noticia&id=360

Defato
http://www.defato.com/mossoro.php#mat3

domingo, 8 de maio de 2011

A mulher da minha vida.


Foi ela quem concedeu a mim a oportunidade de escrever. Foi ela quem me deu tudo àquilo que foi necessário para chegar aonde cheguei.  Foi ela, e ainda é,  quem sempre esteve ao meu lado, me apoiando nos mais obscuros momentos. É ela que continua ao meu lado, que me concede forças para trilhar os caminhos que ainda tenho a seguir. É por ela que me apaixonei. É por ela na qual nascem às razões de, na peleja do labor, buscar melhorias para dar tudo do bom e do melhor. É por ela que mantenho todo meu afeto e respeito.

E consciente do que falo, com minha sanidade em quase cem por cento, digo em alto e bom som, com calor no peito e o coração desmanchando em intensos regozijos: ”minha querida, prometo, enquanto vida existir neste corpo, e enquanto ocorrer descargas elétricas  nessa minha massa encefálica, não te esquecerei. Doarei com profunda intensidade as minhas vontades em direção harmoniosa às suas vontades. Estarei sempre, até que a vida me permita, ao seu lado, minha mãezinha querida”. 

sábado, 7 de maio de 2011

O que rola aqui dentro e lá fora.

Em um dos sítios da Uol, o Escuta Essa!, mostra imagens do que "rola"  no Brasil e pelo mundo afora.

"Semana que foi marcada pela morte do Osama bin Laden por forças norte-americanas teve também a polícia brasileira enquadrando vereadores de Taboão da Serra (Grande São Paulo) por formação de quadrilha. Na Câmara paulistana também teve escândalo: um vereador foi acusado de desviar doações que iriam para os desabrigados dos deslizamentos do Rio. Já em Anápolis (Goiás), um vereador pediu um minuto de silêncio pela morte do terrorista saudita. E pior: o presidente da Câmara aceitou o pedido. Confira mais edições do “Escuta Essa!”"

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Por que parou? Parou por quê?

Os que são contra a melhoria na educação (ou contra as lutas dos professores) afirmam que o professor entra em greve somente pelo salário. Contudo, e só para justificar algumas necessidades, digo que pararam porque fatores negativos que se somam, desde muito tempo, emperram a continuidade dos professores em sala. O salário é um, dos vários quesitos da parada, e é justamente este, que afeta diretamente, e mais emergencial, a vida do educador. Os outros são de tamanha importância, mas de impacto em longo prazo. Qualquer trabalhador sentirá na pele, quando o salário perde força numa luta ferrenha contra o “bicho-papão” (preços autos, desvalorização do salário que a muito não é reajustado de maneira equilibrada).

Assim, acho que  ...

Parou porque o professor carece de respeito ante a uma profissão que a cada momento é viés de chacota.

Parou porque, a profissão de professor já é sinônimo de “profissão quebra galho”, principalmente para aqueles que ainda não tem o que fazer, e no mais que de repente, vai ministrar aula.

Parou porque, esta mesma pessoa (leia-se:  professor), já não consegue formar cidadão, haja vista as atitudes de desrespeito e a insegurança dentro das escolas.

Parou porque os vencimentos não mais condizem com uma profissão de risco: risco a perca da saúde (doenças da profissão – renite, doenças nas cordas vocais, estresse), risco a perca da vida no trabalho, risco de insalubridade (uso de materiais tóxicos no trabalho ou que provocam alergias).

Parou porque, os vencimentos já não condizem com a vontade de aprender, pois faltam recursos para que os docentes comprem jornais, revistas, livros, entre outros. E ainda, que participem de pós-graduações e capacitações; ou seja, se atualizem. O único investimento é a sobrevivência da sua família. Por isso, é muito difícil comprar materiais de o apoio pedagógico se ele tem as contas básicas mais imediatas para pagar, e, neste caso, consomem o pouco recurso conquistado a duras penas.

Parou porque não há condições de trabalho: escola com infra-estrutura comprometida,  carteiras desconfortáveis, salas superlotas, pátios e salas de aula sem acessibilidade aos portadores de necessidades especiais (e quando tem, está fora das normas). A ausência destes e outros quesitos básicos tornam impossível a ação do profissional.

Parou porque, quem dita às regras (que diz a maneira de como ensinar, que impõe exclusividade na direção do trabalho escolar, quem diz número de alunos em sala de aula etc) não é quem faz parte da formação, que está todos os dias com os alunos (“quem está no batente”), que sabe da realidade de uma sala de aula ou da realidade da escola; mas é quem está longe (em gabinetes), longe de sentir o calor das relações humanas na peleja da formação, longe da realidade de uma escola, longe do borbulhar de uma sala de aula.

Parou porque, quando mal formados (pois a escola de onde vieram não soube, ou não teve, como prepará-los), os alunos continuam sem saber as reais condições políticas e sociais de seu país (ou do mundo a sua volta), e estes usam o voto de maneira inapropriada. E este mesmo voto, assim como um bumerangue, volta-se para o local de onde partiu de maneira mais desagradável ainda, transformado em corrupção, falta de assistência a saúde, a educação e a segurança.

Parou porque, é preciso dizer: a greve é sinônimo de democracia. E, não há ganho sem perda. Porém, o difícil (ou quase não existe) é a conquista sem luta.

Parou pra dizer: “Vem, vamos embora que esperar não é saber. Quem sabe faz a hora não espera acontecer” (Geraldo Vandré – na música: “Pra não dizer que não falei das flores”)

A isso, apresento parte de um texto  sobre uma pesquisa do Dieese, em 2004!:

Segundo o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos) - Relatório anual de 2004 -, para mais de 1/3 dos professores as condições da sala de aula são as piores instalações das escolas. E a sala dos professores 37%. Cerca de 1/3 dos entrevistados avaliou como péssimas as instalações da estrutura física da escola e a maioria apontou o barulho, o calor e a ventilação como insuficientes como situação de incômodo no trabalho. 73% assinalaram a superlotação nas salas de aula como um dos principais motivos de sofrimento no trabalho. 13% afirmaram ter sofrido algum tipo de acidente de trabalho, muito mais mulheres do que homens. O ambiente em que a escola está inserida também é motivo de preocupação dos professores. Há casos de escolas que estão em áreas de extremo risco, aonde os professores chegam a ser ameaçados por alunos e por pais de alunos. Também são frequentes tiros dentro da escola e de alunos assassinados pelo tráfico de drogas no horário de aula, o que provoca tensão permanente e uma alta rotatividade dos professores. (Fonte: http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/educacao/0084.html)

Lembrem-se, a educação é a chave para abrir as portas da liberdade. Principalmente da liberdade dos engodos da política patética e insensata.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Pense nisso.

 “Sabeis estas coisas, meus amados irmãos. Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar”.

Tiago 1.19