domingo, 29 de janeiro de 2012

TIM(mote) volta a causar angústias aos seus usuários

TIM (mote) volta a causar angústias aos seus usuários. Aliás, há muito que isso vem se prolongando. Já foi, e ainda é, caso de denúncia ao Procon. A empresa começou bem, com promoções que atraiam diversos usuários de telefonia celular, cresceu muito e com o tal crescimento vieram os problemas. O crescimento excessivo vem acompanhado de incontáveis reclamações sobre a qualidade dos serviços. Tais desconfortos têm levado os clientes da TIM a registrarem várias reclamações e denúncias aos órgãos competentes.

Entre vários problemas destaca-se a qualidade do serviço 3G (“3 geringonças” – palavras dos usuários). Banda larga e as ligações travam, ou não conseguem conexões. “Às vezes fico falando só, enquanto a outra pessoa do outro lado fica ‘alô, alô?!’”, relatou uma das clientes da empresa.

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), órgão regulador das Telecomunicações no Brasil, já prepara uma ação de fiscalização para verificar se o tanto que a operadora investe em infraestrutura é suficiente para acompanhar o aumento da demanda.

Enquanto isso o povo fica na angústia do “alô, alô...alôôô?!



quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Ouro Branco no Juvenal e Belo Horizonte

"Em ofício entregue na última sexta-feira, a empresa Ouro Branco anunciou que iria desativar a partir de hoje as linhas dos bairros Juvenal Lamartine e Belo Horizonte". Foi uma das manchetes de hoje dos jornais da cidade. Agora a pouco soube que a prefeitura negociou junto à empresa e esta manterá os ônibus circulando. 

Desde muito tempo o povo sofre com a falta de desinteresse dos políticos, sobre tudo, da prefeitura da cidade. Ainda por cima, têm aqueles usuários de coletivos (já cansados de esperar) que utilizam-se de táxi-lotação. Esta ação resolverá o problema imediato de quem já não aguentava mais esperar, porém será uma faca de dois gumes. Se você utiliza os táxi-lotação, as empresas irão ter prejuízos. Com isso, a qualidade no serviço, que não é tão boa, cai ainda mais. 

Se faz necessário cobrarmos da prefeitura da cidade. As empresas de coletivos também são vítimas. O problema está na falta de fiscalização e na melhoria da distribuição das linhas por bairros, que são da competência dos gestores públicos. 

Precisamos de povo mais consciente.

Acorda Mossoró!

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Pense nisso.

“Adoro as coisas simples. Elas são o último refúgio de um espírito complexo.”

Oscar Wilde

domingo, 22 de janeiro de 2012

Ação covarde e ilegal no Pinheirinho


Policias militares prontos para desocupação
Foto Diário Liberdade


Deu no Blog do Miro:

"Das redes sociais chega a revoltante notícia de que soldados da Polícia Militar de São Paulo iniciaram a desocupação violenta do Pinheirinho, em São José dos Campos. Há depoimentos sobre o uso da tropa de choque e de helicópteros na repressão. O UOL-Notícias chegou a especular sobre três mortes no local. Os moradores foram pegos de surpresa, foram apunhalhados pelas costas numa ação traiçoeira e ilegal do governo tucano de Geraldo Alckmin". (...)

Continue lendo AQUI

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Globo e você, tudo a "VÊ" (os flanelinhas).

O Jornal Hoje, TV Globo, colocou em seu site (abaixo) uma forma de monitorar os flanelinhas. Através do mapeamento em todo Brasil, a Globo quer saber sobre as ações destes grupos. Entre tantos que já participaram, denunciando os abusos dos flanelinhas, o RN também está envolvido. Algumas pessoas de Mossoró e Natal já deixaram os seus recados. Há caso até inusitado, veja no link abaixo. 

    Link de acesso para participar AQUI


    Alguns casos relatados no sítio do Jornal Hoje:

  • A cobrança chega a R$ 10 em Juiz de Fora, Minas Gerais, segundo Sergio Albuquerque. Ele conta que lá os flanelinhas exigem o pagamento na hora. 
  • Em Belo Horizonte, na Praça da Liberdade, em frente ao Quartel do Comando Geral da Policia, flanelinhas reservam vagas e são os verdadeiros donos do pedaço, tudo embaixo das barbas da PM, principais clientes. 
  • Em Mossoró/RN também está difícil estacionar, se não bastasse à dificuldade em encontrar a vaga ainda contamos com flanelinhas inconvenientes (alguns), já fui abordada por um deles dentro de uma loja onde realizava compras, sob a alegação de que tinha que pagar logo porque ele estava indo almoçar. Me recusei, apesar do medo do que ele poderia fazer em meu carro.. 
  • Em Natal RN, Av. Princesa Isabel, Centro, próximo à antiga sede da Afurn. Flanelinha atrevido, faz cara de mau quando não recebe dinheiro e ameaça; Pastoradores cobrando 5 reais em plena rua em todas as festas na cidade: Shock Casa Show (Zona Norte), Espaço 21, Praia de Pirangi; PASTORAR CARRO É VADIAGEM, NÃO É EMPREGO. 
  • Aqui em Natal-RN em praticamente todo lugar onde há movimento de carros há os flanelinhas extorquindo e ameaçando os motoristas, principalmente ao lado do Praia Shopping no bairro Ponta Negra, não existe flanelinha bom, TODOS são marginais sem excessão, e a situação está desse modo em todo Brasil porque nossas polícias são uma porcaria. 
  • Anderson Oliveira, de Aracaju, diz que "Os flanelinhas praticamente obrigam o motorista a dar dinheiro. Caso contrário, o carro é arranhado" 

           


terça-feira, 17 de janeiro de 2012

BBBCP (Big Brother Brasil Caso de Polícia)

Há quem goste do programa BBB (Afinal, existe gosto pra tudo), deste grupo não participo.

Uma coisa eu sei, não perco meu tempo precioso com tal programa, que a mim, não acrescenta em nada. A Globo já ganha dinheiro bastante com gente que se ocupa com este tipo de programação; não sairá do meu bolso e nem de minha vontade a sua audiência. Contudo, vou gastar esse espaço com uma notícia que li em um dos jornais da cidade, o Jornal de Fato, na coluna de César Santos, que registra um possível caso de polícia. 

Veja a matéria logo abaixo:


É caso de polícia
Que o Big Brother Brasil é uma esculhambação, não se discute. Agora, a edição de 2012 parece decidida a superar toda e qualquer iniciativa da contracultura e a mergulhar definitivamente no submundo da TV aberta brasileira. A denúncia de estupro contra um participante garanhão, que teria se aproveitado – pasme – de uma mocinha indefesa, transformou a casa mais espiada do país num ambiente policial. Não era sem tempo. Fosse num país sério, o reality já teria sido peça de investigação, devido à “carregada” massa de gente que habita esse espaço, digamos, insalubre. Não vai daqui a discriminação, muito menos o prejulgamento. Porém, é absurdo – e condenável – que esse tipo de programa transforme os menos cultos, que são maioria no Brasil, em massa de manobra para encher os cofres de quem promove e de quem patrocina. O leitor pode até pensar: “Assiste quem quer”. Realmente, basta usar o controle remoto para mudar de canal. O problema é que num país subdesenvolvido é fácil manobrar a consciência popular. A Globo faz isso com o seu BBB, a ponto de Pedro Bial chamar os brothers de “nossos heróis” e os telespectadores acreditarem piamente. “Bambam”, “Siri”, Jean Willys, Grazi, Sabrina Satto passaram da condição de meros desconhecidos a celebridades, com direito a até fãs-clubes e outras asneiras do tipo. Todos eles, provavelmente, mais conhecidos na faixa popular do que um Ariano Suassuna.

Leia a matéria na íntegra AQUI


domingo, 15 de janeiro de 2012

Nem sou xamã e nem indígena, mas as chuvas vêm aí...

O calor que ronda a cidade nestes dias (aliás, vários dias) é, de sobre maneira, parte da lei natural do semiárido e  aviso de alguma chuva . Não tenho raízes, das mais próximas, indígenas e nem xamã, porém busco informações em leituras acadêmicas ou de jornais. 

De acordo com o meteorologista da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), professor José Espínola, a possibilidade das chuvas ultrapassarem a média anual é alta. Segundo o professor, os meses mais propícios de chuva na cidade está entre março e abril, sendo que o período chuvoso é compreendido entre fevereiro e maio.

Então, preparem o tambor pois iremos chamar a chuva pra Mossoró.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

A importância do que entra e sai no organismo.

Minha experiência com a alimentação.

Na busca pela saúde, entre tantos caminhos a percorrer, há entre eles o caminho através da alimentação saudável. Em busca de novas atitudes, o criar novos hábitos, a consciência de que o homem foi treinado a alimentasse de maneira errada, sem se perguntar de onde está vindo ou o que e como este alimento foi produzido ou preparado, quanto de sofrimento há naquele alimento que está no prato, quanto de substância química advinda do estresse do animal que passa pelo momento final de vida em um matadouro. As perguntas são muitas. As respostas existem, mas não escondidas. A sociedade não se pergunta destes hábitos um tanto quanto desnecessários a sua sobrevivência. Uma fonte de nutrientes essências a vida são obtidos da alimentação através das hortaliças e frutas.

Minha experiência com a alimentação veio por pensar nesses erros básicos que não damos ao luxo de examiná-lo com mais afinco, haja vista não queremos saber das verdades dos fatos, não queremos descobrir o quanto se gasta e se impõe sofrimento aquilo que não quer sofrer, não quer morrer. Buscamos o conforto para nós e subjugamos o outro ser vivente que, como nós, não querem sofrer ou morrer.

Lançar mãos a mudança de atitude não é das mais fáceis, visto que fomos treinados desde criança em hábitos, muitos dos quais, não saudáveis. Talvez por desconhecimento de nossos pais somos levados a aceitar aos poucos a comida que eles têm como saudáveis. Se observar a criança quando damos um pedacinho de carne para ela ingerir, percebe-se logo que ela rejeita inicialmente, assim acontece às vezes com o legume. Só que forçamos com mais intensidade a criança ingerir a carne, e não o legume. Daí ela passa a comer e a aceitar, ou acostumar o paladar, com mais rapidez e intensidade a carne.

O mesmo, creio, aconteceu comigo. Digo assim, pois observava meus irmãos mais novos passarem por essas experiências, tomei como fato também ocorrido comigo, e, até hoje, ainda luto para me libertar destes hábitos. Contudo, boa parte de minha alimentação não entra a carne, mas ainda aprecio o peixe e os ovos. Aos poucos tento estabelecer uma disciplina alimentar. Mesmo assim, ainda percebo dificuldade para adaptação a determinado tipo de comida que não venham estar no cardápio o peixe e os ovos. Algumas vezes faço minhas refeições com intenção de evitar agregar esses alimentos ao cardápio do dia. Embora a dificuldade esteja presente na supressão dos hábitos, procuro introduzir aos poucos receitas que tenham quantidades maiores de legumes e frutas.  

A ingestão do alimento poderá ser tanto bem vinda ao corpo quanto ao contrário. Tudo depende de como estão misturados, que tipo ou origem têm. Swami Chidvilasananda (1955), em um de seus livros publicados em português – A yoga da disciplina (2001) - acrescenta que:

“o alimento desempenha um papel importante e vital na vida de todos os seres. O próprio fato de que há vida, significa que há alimento. É quase como se vida e alimento fossem sinônimos. Entretanto, quando a disciplina é deixada fora da equação, morte e alimento se tornam sinônimos. A mesma comida que dá vida, pode também se transformar em morte, quando não há disciplina na alimentação”(2001, p.115).

Swami Chidvilasananda adverte para que estejamos atentos ao que é consumido (como alimento), sempre perceber que devemos tentar controlar o impulso de nos mantermos com nossos estômagos sempre cheios:
“Hábitos alimentares impróprios são um pesado fardo para o sistema nervoso. O corpo não pode nem assimilar, nem expelir, certos alimentos que absorve. A maioria das pessoas pensa sobre o que vai colocar na boca, o que vai colocar no corpo, mas esquecem de colocar atenção no que sai. É muito importante na vida do yogue estar atento ao fato de que o que entra, após ser assimilado de forma apropriada, deve tabém sair de forma apropriada. Tanto ingerir quanto eliminar são importantes”. (2001, p.116).

Já algum tempo tenho acompanhado as mudanças de coloração nas fezes quando faço algumas mudanças na alimentação. Percebo que quando a ingestão é feita com legumes e frutas as fezes são claras e de consistência mais sólidas, com teor de água bem maior quando essa ingestão é feita com alimentos que contenham o trigo. Em épocas anteriores, quando ainda me alimentava com carne vermelha, minhas fezes eram escuras e com um odor característico mais forte, o que não se observava quando as refeições eram com legumes e frutas. Com a constância de hábitos mais saudáveis, ou seja, diminuição do consumo de carnes e massas, fritas ou não, noto que há a facilitação na hora de excretar, assim como na expulsão dos gases antes acumulados. È perceptível, que quando há o consumo de alimentos, normalmente em horários de lanches, nos quais não estão presentes as fibras, ou ainda, quando as fibras estão presentes e estas não são de origem integrais, não ocorre à facilitação da saída das fezes ou gases.

O consumo de carne é, hoje, um dos causadores de problemas ambientais, é também causador de diversos transtornos intestinais e estomacais. Tais distúrbios no organismo, segundo Harish Johari (1998), vêm da estocagem ou do uso de um alimento que, na maioria das vezes, tem origem animal. Após o abate o animal vai se deteriorando, e para que seja possível o seu consumo faz-se necessário colocar para refrigeração e/ou, na maioria das vezes, são acrescentados conservantes e corantes a fim de esconder a cor amarronzada devido ao processo de apodrecimento. Johari acrescenta, citando a medicina ocidental, que após a ingestão da carne há um aumento de ácido úrico no organismo ocorrendo também o acumulo de substâncias químicas tóxicas logo no início do processo da digestão. Estas substâncias tóxicas levam tanto a efeitos nocivos físicos quantos mentais.

Muito embora saibamos dos efeitos nocivos ao organismo humano causado pela ingestão de carnes, há ainda uma grande utilização, por parte da sociedade, como o meio mais apropriado de alimento. Aqui em casa este consumo segue a mesma linha de pensamento da maioria. Tem-se incutido nas mentes de meus familiares a ideia de que nas refeições principais do dia, por exemplo, o almoço e a janta, têm que estar à carne como o gênero alimentício mais importante. Não obstante, no meu prato principal tem que estar presente a soja, mesmo que ainda não tenha assimilado seu gosto por completo, talvez porque que seja necessário um preparo mais apurado, uma técnica de preparo que introduza algo que aproxime ou deixe um gosto mais receptível ao meu paladar.

Acredito que o grande consumo de alimentos, em destaque a carne, está ligado ao desconhecimento dos danos ambientais e orgânicos. As empresas, ou as indústrias de alimentos, utilizam-se da mídia para reforçar a venda e o consumo de seus produtos. Escondem o quanto de sofrimento existe naquele pequeno pedaço de carne em seu prato. Peter Singer (2006) relata que:

“Para que a carne chegue às mesas das pessoas a um preço acessível, a nossa sociedade tolera métodos de produção de carne que confinam animais sensíveis em condições impróprias e espaços exíguos durante toda a duração de suas vidas” (p.73).

Segundo Singer, a falta dessa consciência favorece as atitudes tomadas por alguns determinados países na utilização massiva deste alimento. O autor ainda acrescenta: 

“Além de tirar as suas vidas, muitas outras coisas são feitas aos animais para que eles cheguem à nossa mesa a baixo preço. A castração, a separação de mães e filhotes, a separação de rebanhos, as marcas com ferro em brasa, o transporte e, finalmente os momentos do abate, coisa que, provavelmente, envolvem sacrifício e não levam em consideração os interesses dos animais” (p.74).

Este conhecimento acrescido a minha mente fez ainda mais o reforço na busca de novas atitudes alimentares. Na intenção, também, de aliviar o sofrimento dos seres que não raciocinam, mas que sentem dores e angústias igualmente a nós, continuo a trilhar estes novos caminhos.



Para saber mais:

CHIDVILASANANDA, Swami. A yoga da disciplina. Rio de Janeiro: Shiddha Yoga Dham Brasil. 2001.

JOHARI, Harish. Dhanwantari. Um guia completo para uma vida saudável segundo a tradição Ayurvédica. São Paulo: Pensamento, 1998.

SINGER, Peter. Ética prática. São Paulo: Martins Fonte, 2006.


terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Pense nisso...

"O falso amigo e a sombra só nos acompanham quando o sol brilha."
 
Benjamin Franklin

sábado, 7 de janeiro de 2012

Racismo: "...Essa nega fede, fede de lascar..."

Veja a letra da música que custou uma multa de 1,2 milhão à Sony. O compositor, Tiririca, escreveu e lançou em 1997.  Destaquei em negrito as aberrações desse compositor. 

Talvez isso não tenha nem surtido efeito negativo na massa popular já que o povo não analisa (ou filtra) o que vem para seus ouvidos. A sorte é que ainda temos pessoas que sabem fazer valer os direitos que têm  e que lutam para assegurar os devidos respeito aos seus semelhantes. 

Várias ONGs, precisamente 10, entraram com processo e obtiveram o ganho. Segundo relata o Yahoo Notícias: "A indenização irá para um fundo do Ministério da Justiça de direitos humanos".



Veja veja veja veja veja os cabelos dela
Veja veja veja veja veja os cabelos dela
Veja veja veja veja veja os cabelos dela
Veja veja veja veja veja os cabelos dela

Parece bom-bril, de ariá panela

Parece bom-bril, de ariá panela

Quando ela passa, me chama atenção
Mas os seus cabelos, não tem jeito não
A sua caatinga quase me desmaiou
Olha eu não aguento, é grande o seu fedor
Veja veja veja veja veja os cabelos dela
Veja veja veja veja veja os cabelos dela
Veja veja veja veja veja os cabelos dela
Veja veja veja veja veja os cabelos dela

Parece bom-bril, de ariá panela
Parece bom-bril, de ariá panela

Eu já mandei, ela se lavar
Mas ela teimo, e não quis me escutar
Essa nega fede, fede de lascar
Bicha fedorenta, fede mais que gambá


Veja veja veja veja veja os cabelos dela (12x)


quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Saúde 0 x 10 Futebol

Do blog de Carlos Santos: 

Há quase sete anos, Mossoró experimentou atmosfera de uma guerra civil, devido à necessária interdição do Estádio Nogueirão – pouco antes de uma decisão de campeonato estadual de futebol.

O drama, que virou uma luta cívica, terminou mobilizando imprensa, entidades organizadas da sociedade e até setores alheios ao futebol, além de políticos (claro).

Agora, Mossoró experimenta a maior crise de todos os tempos no setor de saúde, com mulheres grávidas sendo levadas às pressas até pro sertão cearense, mas não testemunhamos o mesmo ardor social.

Leia na íntegra AQUI

Nota do blog: Como eu já disse aqui em outros momentos: O povo quer mesmo é Pão e Circo. O resto são complementos. 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Igual a farofa.

Falsas palavras são como farofa ao vento, nada fica onde foram depositadas, e só atingem quem as produziu.

Lindeberg Ventura

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Boa Música

Abrindo a primeira postagem do ano registro aqui a música de Lulu Santos, "Como uma onda no mar". A canção faz referência as nuances da vida. A passagem do tempo com suas transformações. Tudo muda, tudo se transforma.

Como já dizia Fernando Pessoa:


Tudo quanto vive, vive porque muda; muda porque passa; e, porque passa, morre. Tudo quanto vive perpetuamente se torna outra coisa, constantemente se nega, se furta à vida.


Veja o vídeo de Lulu Santos abaixo: